Um ano novo sem os excessos dos “progressistas”

 

cataratas congeladas em Niagara Falls,

Cataratas congeladas em Niagara Falls, dezembro de 2017

Não preciso explicar por que estou satisfeita com essa onda de frio que varre o hemisfério norte, inclusive os Estados Unidos, onde moro no momento.

Ou preciso?

Claro que um dos elementos básicos para essa satisfação é o extremo conforto da nossa casa: com a temperatura constante a 23°C, custa crer que esteja tão frio lá fora, uma felicidade que, infelizmente, não é compartilhada por quem não tem essa sorte.

Sim, o frio mata.

O outro elemento, mais importante, é que a baixa temperatura deita por terra as falácias dos progressistas, que durante anos vêm nos perturbando e instigando em todo mundo o “medo do clima”. E não só isso: há ainda os bilhões de dólares gastos em metas duvidosas, como a de “reduzir em 1°C o aumento de temperatura nos próximos 20 anos”. Para nem mencionar a tentativa de ostracismo e outros insultos dirigidos aos desprezíveis “climacéticos”. Entre os quais sempre me incluí.

E agora, “progressistas”?

Que o frio intenso — a noite de ano novo em Nova York foi a segunda mais fria desde o início do século 20 — os leve a reconsiderar, e a nos deixar em paz com suas palavras de ordem e imposições absurdas. Junto a outras pequenas e grandes derrotas sofridas pela “facção da bondade” em 2017, o ano novo já começa com o pé direito.

Feliz 2018!

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